O que a PF concluiu
Segundo a PF, espalhou informações falsas para jogar militares contra os comandantes que se opunham ao golpe.
Depois: Aguarda julgamentoDenunciado pela PGR. Mora nos EUA. Em abril de 2026 a notificação ainda estava pendente e a denúncia não tinha sido analisada pelo STF.
Texto original do relatório
O arcabouço probatória evidencia que, dentro do núcleo responsável por incitar militares a aderirem ao golpe de Estado, o influenciador e economista PAULO RENATO DE OLIVEIRA FIGUEIREDO FILHO, devido sua capacidade de penetração no meio militar, pelo fato de ser neto do ex- Presidente da República, o General João Baptista Figueiredo, foi o responsável por divulgar informações falsas com o objetivo de incitar integrantes do meio militar a se voltarem contra comandantes que se posicionavam contra a ação criminosa que estava em execução.
Crimes do indiciamento: Golpe de Estado (art. 359-M do Código Penal); Abolição violenta do Estado Democrático de Direito (art. 359-L do Código Penal); Organização criminosa (art. 2º da Lei 12.850/2013).
Aparece no mesmo parágrafo que: Mauro Cesar Barbosa Cid (7), Bernardo Romao Correa Netto (6), Jair Messias Bolsonaro (4), Marco Antonio Freire Gomes (4), Ailton Gonçalves Moraes Barros (2). Aparecer junto não significa ter agido junto.