O que a PF concluiu
Segundo a PF, organizou a reunião de 28/11/2022 para pressionar os comandantes do Exército a aderir ao golpe.
Depois: Denúncia rejeitada pelo STFFoi denunciado pela PGR, mas em 20/05/2025 o STF rejeitou a denúncia por falta de indícios mínimos. Não é réu.
Texto original do relatório
Os elementos de prova obtidos ao longo da investigação demonstram que então Coronel (e atual General) NILTON DINIZ RODRIGUES aderiu ao plano que objetivava a abolição do Estado Democrático de Direito e teve atuação relevante e proativa nos atos desencadeados.
Crimes do indiciamento: Golpe de Estado (art. 359-M do Código Penal); Abolição violenta do Estado Democrático de Direito (art. 359-L do Código Penal); Organização criminosa (art. 2º da Lei 12.850/2013).
Aparece no mesmo parágrafo que: Bernardo Romao Correa Netto (6), Fabrício Moreira de Bastos (3), Cleverson Ney Magalhães (2), Jair Messias Bolsonaro (2), Marco Antonio Freire Gomes (2). Aparecer junto não significa ter agido junto.