Relatório final da Polícia Federal · tentativa de golpe de 2022

Nilton Diniz Rodrigues

Coronel (hoje general), assistente do comandante do Exército · Pressão sobre os militares

Denúncia rejeitada pelo STF.Foi denunciado pela PGR, mas em 20/05/2025 o STF rejeitou a denúncia por falta de indícios mínimos. Não é réu. O resumo abaixo é a conclusão da PF, e não um fato julgado.

O que a PF concluiu

Indiciado

Segundo a PF, organizou a reunião de 28/11/2022 para pressionar os comandantes do Exército a aderir ao golpe.

Depois: Denúncia rejeitada pelo STFFoi denunciado pela PGR, mas em 20/05/2025 o STF rejeitou a denúncia por falta de indícios mínimos. Não é réu.

Texto original do relatório

Os elementos de prova obtidos ao longo da investigação demonstram que então Coronel (e atual General) NILTON DINIZ RODRIGUES aderiu ao plano que objetivava a abolição do Estado Democrático de Direito e teve atuação relevante e proativa nos atos desencadeados.

Crimes do indiciamento: Golpe de Estado (art. 359-M do Código Penal); Abolição violenta do Estado Democrático de Direito (art. 359-L do Código Penal); Organização criminosa (art. 2º da Lei 12.850/2013).

Aparece no mesmo parágrafo que: Bernardo Romao Correa Netto (6), Fabrício Moreira de Bastos (3), Cleverson Ney Magalhães (2), Jair Messias Bolsonaro (2), Marco Antonio Freire Gomes (2). Aparecer junto não significa ter agido junto.

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