O que fez
Integrou um núcleo de “inteligência paralela” que, segundo a PF, usou órgãos do Estado de forma ilícita.
Depois: Condenado pelo STFPena de 21 anos.
Texto original do relatório
O investigado, na condição de Assessor do Presidente JAIR BOLSONARO, integrou dentro da divisão de tarefas estabelecida pela organização criminosa, núcleo de inteligência paralela. O grupo desenvolveu diversas ações clandestinas, utilizando, de forma ilícita, órgãos do Estado brasileiro, com a finalidade de consumar o golpe de Estado para manter JAIR BOLSONARO no poder.
Crimes do indiciamento: Golpe de Estado (art. 359-M do Código Penal); Abolição violenta do Estado Democrático de Direito (art. 359-L do Código Penal); Organização criminosa (art. 2º da Lei 12.850/2013).
Aparece no mesmo parágrafo que: Mauro Cesar Barbosa Cid (41), Alexandre de Moraes (19), Jair Messias Bolsonaro (12), Filipe Garcia Martins (9), Anderson Gustavo Torres (8). Aparecer junto não significa ter agido junto.