Relatório final da Polícia Federal · tentativa de golpe de 2022

Cleverson Ney Magalhães

Coronel do Exército · Pressão sobre os militares

Denúncia rejeitada pelo STF.Foi denunciado pela PGR, mas em 20/05/2025 o STF rejeitou a denúncia por falta de indícios mínimos. Não é réu. O resumo abaixo é a conclusão da PF, e não um fato julgado.

O que a PF concluiu

Indiciado

Segundo a PF, participou da reunião de 28/11/2022 para pressionar os comandantes do Exército a aderir ao golpe.

Depois: Denúncia rejeitada pelo STFFoi denunciado pela PGR, mas em 20/05/2025 o STF rejeitou a denúncia por falta de indícios mínimos. Não é réu.

Texto original do relatório

CLEVERSON NEY MAGALHÃES é Coronel de Infantaria e na época dos fatos exercia a função de assistente do Comandante do COTER, o General ESTEVAM CALS THEOPHILO GASPAR DE OLIVEIRA.

Crimes do indiciamento: Golpe de Estado (art. 359-M do Código Penal); Abolição violenta do Estado Democrático de Direito (art. 359-L do Código Penal); Organização criminosa (art. 2º da Lei 12.850/2013).

Aparece no mesmo parágrafo que: Estevam Cals Theophilo Gaspar de Oliveira (7), Bernardo Romao Correa Netto (6), Mauro Cesar Barbosa Cid (6), Fabrício Moreira de Bastos (2), Jair Messias Bolsonaro (2). Aparecer junto não significa ter agido junto.

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