Relatório final da Polícia Federal · tentativa de golpe de 2022

Carlos Giovani Delevati Pasini

Coronel do Exército · Pressão sobre os militares

Não denunciado.Indiciado pela PF, mas ficou fora da denúncia da PGR (fev/2025). O resumo abaixo é a conclusão da PF, e não um fato julgado.

O que a PF concluiu

Indiciado

Segundo a PF, ajudou a escrever e revisar a “Carta ao Comandante do Exército”, usada para pressionar o Alto Comando.

Depois: Não denunciadoIndiciado pela PF, mas ficou fora da denúncia da PGR (fev/2025).

Texto original do relatório

Os elementos de prova obtidos ao longo da investigação evidenciam que, na divisão de tarefas dentro da organização criminosa, o Coronel CARLOS GIOVANI DELEVATI PASINI ALEXANDRE foi dos responsáveis pela elaboração, revisão e aprimoramento do documento produzido que viria a público como a “Carta ao Comandante do Exército de Oficiais Superiores da Ativa do Exército Brasileiro”, como parte da estratégia para incitar os militares, pressionar o Alto Comando do Exército a aderir ao plano de Golpe de Estado e manter a mobilização de civis nas imediações de quartéis.

Crimes do indiciamento: Golpe de Estado (art. 359-M do Código Penal); Abolição violenta do Estado Democrático de Direito (art. 359-L do Código Penal); Organização criminosa (art. 2º da Lei 12.850/2013).

Aparece no mesmo parágrafo que: Mauro Cesar Barbosa Cid (2). Aparecer junto não significa ter agido junto.

← Ver os 37 indiciados