O que fez
Produziu e divulgou “estudos” falsos sobre falhas nas urnas e foi a ponte entre o grupo e o argentino Fernando Cerimedo.
Depois: Condenado pelo STFPena de 17 anos.
Texto original do relatório
Major da reserva e integrante da ala mais radical do presidente JAIR BOLSONARO, o investigado, apontado como homem de confiança do então presidente JAIR BOLSOANRO, atuou diretamente na produção e difusão de “estudos” que teriam identificado supostas inconsistências nas urnas eletrônicas produzidas antes de 2020, fato que, inclusive, embasou representação do Partido Liberal para anular os votos computados nas referidas urnas.
Crimes do indiciamento: Golpe de Estado (art. 359-M do Código Penal); Abolição violenta do Estado Democrático de Direito (art. 359-L do Código Penal); Organização criminosa (art. 2º da Lei 12.850/2013).
Aparece no mesmo parágrafo que: Fernando Cerimedo (12), Jair Messias Bolsonaro (3), Mauro Cesar Barbosa Cid (3). Aparecer junto não significa ter agido junto.