O que a PF concluiu
Segundo a PF, ajudou a escrever a “Carta ao Comandante do Exército” e pediu que outros militares a assinassem.
Depois: Não denunciadoIndiciado pela PF, mas ficou fora da denúncia da PGR (fev/2025).
Texto original do relatório
Os elementos de prova obtidos ao longo da investigação evidenciam que, na divisão de tarefas dentro da organização criminosa, o Coronel ANDERSON LIMA DE MOURA atuou com dolo, consciência e livre vontade na execução de atos com intento golpista, tendo sido um dos responsáveis pela elaboração, revisão e aprimoramento do documento produzido que viria a público como a “Carta ao Comandante do Exército de Oficiais Superiores da Ativa do Exército Brasileiro”, como parte da estratégia para incitar os militares e pressionar o Alto Comando do Exército a aderir ao plano de Golpe de Estado.
Crimes do indiciamento: Golpe de Estado (art. 359-M do Código Penal); Abolição violenta do Estado Democrático de Direito (art. 359-L do Código Penal); Organização criminosa (art. 2º da Lei 12.850/2013).
Aparece no mesmo parágrafo que: Mauro Cesar Barbosa Cid (9), Bernardo Romao Correa Netto (4), Ronald Ferreira de Araujo Junior (4), Fabrício Moreira de Bastos (2), Sergio Ricardo Cavaliere de Medeiros (2). Aparecer junto não significa ter agido junto.