O que fez
Como chefe da ABIN, produziu e repassou a Bolsonaro material para atacar as urnas eletrônicas e o STF.
Depois: Condenado pelo STFPena de 16 anos, 1 mês e 15 dias.
Texto original do relatório
O cotejo dos fatos elencados demonstram que ALEXANDRE RAMAGEM atuou de forma proativa, de um lado, como chefe da ABIN, solicitando e recebendo documentos que atacavam o sistema de eleitoral brasileiro, do outro, assessorando e municiando o então presidente JAIR BOLSONARO com estratégias de ataques às instituições democráticas, ao Poder Judiciário e seus respectivos membros, bem como ao sistema eleitoral de votação, especialmente as urnas eletrônicas.
Crimes do indiciamento: Golpe de Estado (art. 359-M do Código Penal); Abolição violenta do Estado Democrático de Direito (art. 359-L do Código Penal); Organização criminosa (art. 2º da Lei 12.850/2013).
Aparece no mesmo parágrafo que: Jair Messias Bolsonaro (12), Giancarlo Gomes Rodrigues (7), Marcelo Bormevet (6), Augusto Heleno Ribeiro Pereira (4). Aparecer junto não significa ter agido junto.